O filósofo Hegel, analisando a Arte, faz uma distinção entre as artes que dependem da matéria (escultura, pintura, música...) e o domínio da palavra, pelo qual se atinge o grau absoluto de abstração artística. A palavra não é nem o som, nem a grafia que se representa, mas sim o sentido, o conceito que ela encerra. As nossas construções do espírito podem tornar-se assim não só intensas como eternas. É grande a nossa satisfação de provar, nesses tempos de opiniões apressadas sobre o fim da era do livro, que este é uma das invenções mais sublimes da humanidade e nunca perderá a magia e a força que lhe é inerente. Um fraternal abraço a todos. Arnaldo Giraldo Editor Está interessado em adquirir o livro? Escreva-me.
 
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