![]() Jóia da 23a. Semana de 2.010 Lembro de minhas leituras sobre os Templários onde aprendi o significado das pompas para ressaltar um determinado instante. Eles alertam também a importância de deixar registros dos fatos mais significativos para cada pessoa. Com inspiração nos Templários eu digo: -- Todos cantam suas glórias, também vou cantar as minhas. Nesses últimos trinta dias estive imerso em algumas cerimônias. A que mais me envolveu e emocionou foi a celebração das bodas de minha filha mais nova. Pela última vez desempenhei o papel de Pai da Noiva. Fiquei (ainda estou) emocionado. Minhas atividades cooperativistas me conduziram a reuniões nas quais foram divulgadas ações cuja gestação demandou meses e até mesmo anos. Há também a expectativa de uma formalidade, que acabará sendo uma cerimônia, que é a aprovação de uma lei. Para isso, nós os cooperativistas, trabalhamos mais de uma década. O ritual de uma tarde de autógrafos na Bienal do Livro de Minas Gerais não deixa de ser uma cerimônia. Sem modéstia nem arrogância: poucos escritores tiveram esse privilegio. Para mim foi como colher um fruto de uma árvore cultivada desde sua semente. Nessa semana, acompanhando os trabalhos desenvolvidos na Estação Espacial, assisti ao vivo, através da NASA TV, a transferência do comando da expedição 23 para 24. Oleg Kotof passou a atribuição a Alexander Skvortsov. Sonhei com isso, ou algo como isso, em 1957... Pude viver para ver! Todas essas cerimônias passaram desapercebidas para quase totalidade da humanidade. Não importa. Tiveram significado para mim. Vivendo minhas cerimônias, assim como semana passada comentei sobre fotografias, corroborei a mesma tese: uma cerimônia é vivenciada com nossa mente e nossa emoção. Cada qual com as suas. Para ilustrar essa joia...
 
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