![]() Jóia da 48a. Semana de 2.007 Estive numa festa maravilhosa. Uma festa que costumo chamar de “festa à traição”. É aquela organizada por amigos ou parentes do homenageado à revelia dele. Fazendo, inclusive “cortina de fumaça”, ou seja: despistando as ações e palavras visando esconder o que esta sendo preparado. Se o homenageado atual - a minha cunhada, percebeu ou não as armações de seus filhos e noras para comemorar seus setenta anos não é o que interessa à essa crônica. A festa foi meu garimpo. Nela colhi inspiração para muitas jóias. Uma delas o conceito de “festa à traição”. Sobre outras eu escreverei mais tarde. Agora vou comentar mais dois assuntos: I) Fosse eu filosofo, gostaria de defender uma tese: “A existência de todos nós tem um tamanho único: uma vida.” Um dos principais argumentos a ser analisado é quantos anos essa pessoa, seja quem for, viveu. Usarei no caso a eternidade e a matemática. Não importa quantos anos ou mesmo minutos se viveu. Se houve uma vida ela poderá ser explicita na fórmula “um sobre o infinito” ou então "o número de anos (até dos segundos) que sobreviveu sobre o mesmo infinito". Quem souber ver isso verá que são coisas expressas de forma diferente mas são iguais. Então o que resta a qualificar são quantas frações estão contidas nessa vida e, especialmente, como quem as viveu as administrou. Como alertei esse itém I é coisa para se ficar matutando e não necessariamente para concordar ou discordar. Coisa de filósofo! II) Entretanto a mensagem de vida que, colhida naquela festa, eu quero divulgar na jóia dessa semana foi escrita no convite, certamente coisa dita pela homenageada: -- Plantei árvores, tive filhos, tenho muitos amigos e, sobretudo, gosto de brincar... Que mais posso desejar?
 
|