![]() Jóia da 1a. Semana de 2.006 Na última semana de 2005 cumpri uma tarefa: preparar a agenda para o ano novo. É uma coisa que gosto de fazer. Enquanto anotava as efemérides e obrigações já assumidas para determinadas datas revi tudo, ou quase tudo, que fiz nos dois últimos anos: passeios, trabalhos, viagens, alegrias, preocupações... Enquanto me desincumbia disso (gastei mais de um dia...), colhi sementes para minhas jóias. Uma delas me lembra que tudo passa. Trata-se de um adágio popular: "Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe." Outra diz: "Não há bons ventos para quem não sabe aonde vai" E uma terceira, certamente a mais importante: "O universo conspira para realizar seus desejos" Quando terminei a tarefa de preparo da agenda de 2006 foi o momento que vi uma prova concreta que tudo passa, que tudo fica no ontem... Ao mesmo tempo são testemunho de como é importante ter um rumo. Um plano de vida. As três agendas estavam na mesa, as dos anos já passados, a de 2004 e a de 2005 que já foram programa de vida agora são documentos para a história, e a terceira, a de 2006, ainda como proposta de vida representa meu amanhã. Como são da mesma gráfica (mania minha), elas são iguais na aparência. Imaginei os documentos históricos "dizendo" à nova: -- Somos você amanhã. Despertado do devaneio, me fixei nalgumas metas para 2006: Publicar o livro da TV Itacolomi. (Minha obra de Santa Ingracia). Publicar um livro de contos: "O Canana". Participar de antologias literárias. Trabalhos... Congressos... Viagens... Peço a benção do Senhor para cumprir estas e as outras metas das quais não falei!
 
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