![]() 4a. Semana de 2.001 Desde que retornei de um congresso onde o tema globalização foi abordado sob diversos aspectos, tenho lido muita coisa sobre isso. Coisas boas e ruins. Uma delas, escrita por "um selvagem" há quase 150 anos, é de uma sabedoria e atualidade incríveis. O Cacique Seatle, pressionado a vender suas terras aos brancos, escreveu ao presidente americano: "Como posso vender o céu ou a terra? Esta idéia é estranha para nós. Não somos donos da brisa da manhã, nem do brilho das águas. Nós somos parte da terra, e ela parte de nós. As flores são nossas irmãs. Os ursos, os animais na planície, todos são parte de nossa família. A água cristalina nos rios é o sangue de nossos antepassados. O murmúrio destas águas é a voz dos pais de meus pais. O vento que deu a meu avô seu primeiro alento, também recebeu seu último suspiro. A Terra é nossa mãe. O que acontece com ela, acontece também com seus filhos, que somos nós. A Terra não pertence ao homem; o homem pertence à Terra."
 
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