![]() 29a. Semana de 2.000 Há algum tempo, conversando com uma de minhas filhas, o assunto era como nos tornamos a pessoa que somos, e qual a forma certa para indicar o melhor caminho para nossos filhos. Um assunto bem difícil, pelo menos para mim. Comecei comentando que "o melhor", no meu ponto de vista pode não ser o padrão eleito por outras pessoas e mais, mesmo sendo "avançado" em alguns padrões noutros sou superado e até mesmo caduco... Entretanto asseverei: --- Há que defender nossa opinião sem contudo impedir q ue outras pessoas, ou outras culturas, adotem as suas. Mais recentemente outra filha, enfrentando um conflito seu, abordou o mesmo assunto e pediu-me que lhe indicasse uma fórmula para estabelecer os limites. Até onde brigar pelo seu espaço, ou quanto cedê-lo aos outros. Expus algumas de minhas "artimanhas" e para terminar, lembrando algumas artes circenses, disse-lhe: --- Um amigo meu, artista de circo, ensinou-me em minha juventude que não existe um manual para malabarista, ou para o equilibrista. Há que pegar os instrumentos e, por tentativa e erro, encontrar a forma de fazer. Fiz um pausa e terminei: --- Assim como no circo, temos que ser malabaristas em muitas coisas da vida. Eu poderia até escrever contando minha experiência, mas isso não teria serventia para ninguém! E com ênfase: --- Seria alguma coisa como "O Manual do Equilibrista".
 
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