O fotógrafo



Quem me conheceu entre meus 10 e os 50 anos sempre me viu com uma máquina fotográfica.

A primeira delas, uma América Box que tirava fotografias 6x9.

Nos tempos de ginásio tive uma que usava filmes "127".


Quando comecei a trabalhar profissionalmente comprei uma Flexaret, 6x6, e logo em seguida uma Roleicord. Foram esses equipamentos que criaram meu acervo, de mais de seis mil negativos, sobre a TV ITACOLOMI.

Mais tarde comprei uma SLR 35mm para as fotos de família, possuí também mais de um modelo das Olympus de meio quadro (18x24mm) com as quais operei em torno de trinta mil slides.

Nos tempos do preto/branco eu mesmo revelava, copiava ou ampliava minhas fotos. Tinha um laboratório nos fundos da casa de meus pais.

Com o advento das cores, mais ou menos em 1965, eu vendi os equipamentos do laboratório P&B. Passei a trabalhar preferencialmente com slides.

Quando fiz cinquênta anos a máquina fotográfica deixou de ser "um complento" meu. Foi quando iniciei minha fase de escritor.

Entretanto cuido muito bem do material pois são referências importantes, e até mesmo matéria prima, para meus livros.

Em 2005, quando de fiz uma viagem à Colombia, comprei uma máquina digital. Encantado com as facilidades e com a qualidade das imagens eu retornei às artes da fotografia. Tanto, tanto; que resolvi digitalizar todo meu acervo. O primeiro passo foi o material da TV ITACOLOMI. em seguida resgatei meus slides. Agora (últimos meses de 2007) estou trabalhando com negativos operados pelos filhos.

Outra consequência importante foi a documentação de minhas viagens e, aproveitando da INTERNET, em especial a abrangência do Google Earth aliado ao PANORAMIO, divulgo algumas imagens de minhas andanças.

Fico por aqui, uma vez que fotógrafo deve mostrar imagens. Quanto menos palavras melhor.

Veja algumas fotos
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Escreva-me se precisar de mais informações.